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CURSO DE INTRODUÇÃO E APROFUNDAMENTO EM OBRAS DE INSTALAÇÃO E RENOVAÇÃO DE REDES SUBTERRÂNEAS POR MND.

Dois homens fazem a avaliação de um cano com equipamentos específicos.

Introdução

Métodos não Destrutivos de implantação de redes novas, subterrâneas, ou a renovação de redes subterrâneas existentes, existem há várias décadas. São inúmeros métodos, para as mais diversas condições e situações. No Brasil algumas dessas tecnologias já são aplicadas há muitos anos, podemos dizer, desde a década de 80, e embora o tempo percorrido seja muito grande, nem sempre o mercado acompanhou ou as diretrizes mais tradicionais, ou mesmo os avanços que as tecnologias receberam. Mais, o novo Marco Regulatório do Saneamento, implicará numa ampliação gigantesca dos ativos de produção de água bruta e distribuição de água potável, assim como haverá também uma expansão talvez ainda maior pela carência atual, de SES Sistemas de Esgotamentos Sanitários. Ambos, ocorrerão em centros urbanizados, ou densamente urbanizados, com o subsolo muito ocupado e mal organizado, por imensas quantidades de tubulações de todos os serviços públicos.

O tráfego sempre em expansão devido à indústria automobilística, jamais alcançada pela oferta de infraestrutura, trouxe aos gestores municipais, o desafio de intervir no leito de ruas, avenidas e sistemas viários em geral. Abrir valas, já começa a ficar algo impensável desde a concepção de um projeto, e quando passa esta etapa, acaba morrendo na etapa de viabilidade técnica e financeira. Construir redes novas ou renovar redes antigas no novo Marco impões programas ousados de contratação e acaba implicando na terceirização definitiva do gerenciamento da obra. Já há licitações em que o proprietário da rede, contrata o projeto básico detalhado, toda a documentação para licitação e contratação, e completa com assistência técnica de obras. O curso traz uma atualização do tema, demonstra experiências, lições aprendidas, desafios e, mais do que isso, ensina as melhores práticas para projetar, contratar, gerenciar as obras que utilizam o MND.

Dois colaboradores em uma obra acompanham o trabalho da máquina.\
Demonstração de uma máquina de MND e seu funcionamento para alunos d

Objetivo do Curso

Mesmo que você tenha alguma noção, são tantos os métodos e tão extensa a lista de melhores diretrizes, que o objetivo do Curso é nem ser enfadonho para quem já conhece, como também não ser incompreensível para quem nunca viu, levar a você no primeiro caso revisitar conceitos e ampliar com as atualizações e novidades, e para o segundo caso um passo a passo para você ampliar seus argumentos, e buscar novas alternativas para as obras em que estiver envolvido. Como já mencionamos em outras Ementas de nossos cursos, embora atrasados, já há sinais claros de que breve, tanto a Academia (Universidades) como também os setores que exploram as concessões de Saneamento, públicas (Estados e Municípios), privadas (agora com grande responsabilidade de aportar verbas para atender os 700 bilhões de reais necessários para a Universalização desses serviços), se voltarão à ciência e ao melhor nível viável de engenharia, ou seja, o CURSO visa recepcionar todo o público nestes segmentos (Proprietários de Redes, Projetistas, Prestadores de Serviços de Levantamentos de Informações, Empreiteiras, Gerenciadoras) a compreenderem a importância e conhecer os detalhes que integram as melhores práticas do MND. O objetivo deste curso portanto, é dar ao participante as melhores noções básicas e certo aprofundamento no MND, aumentando seu repertório técnico e direcionando o encadeamento entre ideias e uso prático.

Metodologia

É importante destacar que, MÉTODOS NÃO DESTRUTIVOS, são em sua maioria executados por instrumentos fora da vista do operador. Conscientizá-lo dos desafios que isso representa para seu julgamento, é a primeira coisa que a METODOLOGIA utiliza, com extensa demonstração por imagens e animações gráficas, já que não é possível mostrar ao vivo o que está acontecendo lá embaixo. Um segundo programa anual oferece a você a participação num dia de campo em nosso Centro de Treinamento, onde você concretiza o que abordou por imagens. Mais, dinâmicas de interação com os problemas diários do mercado, e com os demais participantes, amplia esse entendimento e concretização. Como já divulgamos o Curso considera que desde o primeiro instante você, engenheiro de operações de uma concessionária, ou projetista, ainda um gerenciador ou fiscal, terá acesso a uma qualidade e quantidade de informações, suficientes para uma boa gestão e entendimento, desde a concepção, passando pela viabilidade técnica, com nossos gerenciamento e fiscalização, nos projetos que receberá para cumprir sua função. O Curso visa te ajudar desde a concepção até a entrega final e mais, a performance do projeto que você está concebendo, ou participando ou executando, validando a licitação e contratação. O curso revisita o conceito de “projeto”, propondo uma reflexão desde a fase do anteprojeto até sua entrega final, passando pela concepção, viabilidade técnica, definição dos métodos, custos e prazos de entrega.

Demonstração na pista de HB.

Você irá aprender

• Uma abordagem histórica dos métodos não destrutivos ao longo dos anos, e uma relação direta com os primórdios da engenharia. Muito interessante para ingressá-lo no dia a dia de hoje, a partir dos esforços, muitas vezes seculares, de resolver problemas instransponíveis na instalação de serviços públicos.
• Também de saída, um repasse em todas as melhores diretrizes publicadas e disponibilizadas pelas Associações de Classe, Universidades entre outros, fundamentais para a introdução aos conceitos de Projeto Básico Detalhado, Projeto Executivo, e toda a legislação brasileira a respeito do tema.
• Com isso, será fácil o participante julgar o projeto no qual está envolvido seja como proprietário da rede, ou mesmo como projetista, mas também como gerenciador da execução.
• A Experiência de Projetistas Brasileiros

• Avaliação do IP – Índice de Previsibilidade da obra que você está gerenciando ou fiscalizando, terminar no prazo e preço prometidos e contratados.

• A noção exata do MODO DE FALHA e suas CONSEQUENCIAS, quando lidando com diferentes métodos de construção de redes subterrâneas ou a renovação de redes existentes.

• A avaliação exata, do planejamento do seu fiscalizado, e as ações para colaborar com essa atividade, enfocando produtividade e principalmente o GCQ, Garantia e Controle da Qualidade.

*Métodos de Construção por MND e Renovação por MND.

Neste tópico você terá a exata dimensão de sua responsabilidade, sem necessariamente ter que se transformar num expert absoluto em MND (lembre-se sua função é gerenciar, não executar, portanto, como avaliar o que é comum a todos os métodos MND)

• A Pesquisa na Superfície e Subsuperfície
• Investigação Geotécnica começando pela Geofísica
• Localização de Interferências
• Perfuração Horizontal e suas variáveis e desafios envolvendo:
• Fluídos de Perfuração
• Geotecnia, Geofísica e Mecânica dos Solos
• Plano de Furos
• As Built
• O Desafio de Construir redes de Esgoto com HDD
• Tubo Cravado, Microtúnel, Tubo Piloto
• Renovação de Redes
• Engenharia de Redes no Subsolo
• Inserções como Renovações, Rígidas, Flexíveis e Deformadas
• Pipe Bursting
• By-pass na Renovação de redes de água potável e redes de esgotos

* Matérias complementares

• Materiais
• Custos
• Assistência Técnica de Obras
• Cálculos Diversos
• Equipamentos
• Segurança e Acidentes

Publicações para Download ou Aquisição

Como em todos os nossos Cursos, Inúmeras publicações serão disponibilizadas para download e para composição do seu arquivo referencial, além de livros publicados em língua portuguesa.
Entre essas publicações, destacamos:

• Diretrizes para o Uso de Mini Perfuração Horizontal Direcional para instalação de tubulações de Polietileno de Alta Densidade, da PPI Norte Americana

• Melhores práticas para Redução de Riscos de Intersecção de Redes de Gás e Redes de Esgotos por MND, da CBSA Norte Americana

• Tecnologia não Destrutiva, do Prof. Dr. Mohammad Najafi da UTA em Arlington

• Perfuração Horizontal Direcional, dos Professores e Doutores, Samuel Ariaratnam, e David Bennett

• Pipe Bursting, da NASTT Norte Americana

Público-alvo

Engenheiros e Técnicos de Saneamento Básico e Ambiental, Engenheiros Civis com dedicação na área de Serviços públicos, Engenheiros encarregados da Manutenção de Redes Enterradas, Engenheiros Projetistas de Sistemas de Infraestruturas, de Produção e Distribuição de Água Bruta e Potável, Esgotos, Gás Natural, Energia Elétrica, Telecomunicações, e Drenagem Superficial, Engenheiros e Técnicos dos Sistemas Operacionais desses serviços Públicos, Empreiteiros de obras de infraestruturas.

Alunos da Graduação de Engenharia Civil nas diversas cadeiras de serviços públicos.

Conheça o Professor

Sergio Palazzo sentado de camisa, olhando diretamente para a câmera.

Prof.Eng.Sérgio Palazzo

Experiência:
O Engº Sérgio Palazzo é um mecânico de máquinas que explorou nos primeiros anos de sua carreira profissional a aplicação das tecnologias e máquinas dedicadas ao setor de infraestrutura. Mais tarde, ampliou sua formação com Cursos de Pós-graduação em Administração de Negócios, pela Harvard Business University, e Gestão da Produção pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar. Recentemente acrescentou em seu currículo a formação pós-graduada em Engenharia do Saneamento Básico e Ambiental pela UNIP-INBEC. Ao longo de mais de três décadas esteve ligado ao setor mundial de MND, fazendo parte durante sete anos do grupo diretivo da Internacional Society for Trenchless Technology (ISTT), órgão supremo dos Métodos Não Destrutivos. Percorreu os cinco continentes experimentando e acessando as lições aprendidas por mais de 20 países, e frequentou inúmeros cursos no exterior de complementação e atualização dos seus conhecimentos. Traduziu várias obras para a língua portuguesa com o objetivo de cobrir essa lacuna brasileira no setor de infraestrutura, juntando aos autores brasileiros a complementariedade dos MND para os setores, infraestrutura e serviços públicos. Ministra diversos cursos na área de MND, já treinou mais de 5000 técnicos e engenheiros, além de ter exercido a execução direta da maioria dos métodos que enfoca nos seus treinamentos. É responsável pela Engenharia Consultiva do setor, prestando serviços a projetistas, concessionários, empreiteiros e gerenciadores de obras.

Carga Horária:
32 (trinta e duas) horas, divididas 8 (oito) blocos de 4 (quatro horas) cada, com dinâmicas de grupo para prática e resolução de exercícios ligados à fiscalização, e análise de obras reais.

Sergio Palazzo com os equipamentos de segurança pronto para gerir e fiscalizar uma obra.