Você pode não saber, mas já foi beneficiado pelo MND (Método Não Destrutivo).
Gostaria de entender como? Leia o texto abaixo!
“Não há qualquer questionamento que invalide o grande problema de tráfego nos centros
urbanos. Também já não há mais como categorizar um centro urbano mais ou menos congestionado, o uso de
veículos (carros, ônibus, motocicletas) transformaram essas áreas em espaços densamente ocupados, seja numa
pequena cidade de digamos 20.000 habitantes, seja nas grandes metrópoles.
No Brasil, também é reconhecido o atraso na oferta principalmente dos serviços de coleta e afastamento de
esgotos, agora com datas compulsórias de cumprimento para 2033 segundo o novo MARCO REGULATÓRIO. A expansão
dos serviços de telecomunicações, e da distribuição de gás natural, todos esses serviços juntos, acabam por
resultar em milhares de quilômetros de redes enterradas, rasas ou até grandes profundidades como as de
afastamento e intercepção de esgotos. Mundialmente os Métodos não Destrutivos de Instalações de Redes Novas de
Esgotos, os famosos MNDs, já são uma realidade há mais de duas décadas no Brasil.
Trabalhar com a instalação de redes novas sem abertura de valas, assemelha-se às intervenções cirúrgicas não
invasivas (se quiserem podem chamar de MND), como as laparoscopias por exemplo. O paciente urbano, tem nesses
métodos e recursos a salvação da sua saúde de mobilidade e segurança.
O Brasil, embora de maneira desigual, oferece serviços públicos que envolvem redes de tubulações enterradas,
como todos sabem, ou seja, a água tratada que chega as nossas casas, ou o esgoto coletado, as comunicações, o
gás natural, a energia muitas vezes, e a drenagem pluvial, tudo caminha pode dentro de tubulações no subsolo.
Muitas, já estão aí instaladas há décadas, e o que é pior, nem sempre com uma manutenção adequada, o que dirá
preventiva. Logicamente a água, um bem essencial, recebe das concessionárias um tratamento diferenciado, mas
ainda assim há grandes sistemas de abastecimento em redes de ferro fundido, de cimento, amianto, muito
antigas.
Nos sistemas de esgotamentos sanitários (SES) ainda pior. Grandes diâmetros, grandes profundidades, geralmente
em concreto, passam ao gestor a impressão de que lá estão para nunca mais serem acessadas. Grande engano,
colapsos nessas redes são catastróficos. Muito bem, também estão à disposição dos gestores desses ativos, os
Métodos não Destrutivos de Renovação dessas redes, tudo sem abertura de valas.”
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