{"id":116,"date":"2022-01-14T13:15:04","date_gmt":"2022-01-14T16:15:04","guid":{"rendered":"http:\/\/sapservice.com.br\/blog\/?p=116"},"modified":"2022-01-17T10:06:44","modified_gmt":"2022-01-17T13:06:44","slug":"como-evitar-uma-catastrofe-ou-um-acidente-em-hdd","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sapservice.com.br\/blog\/como-evitar-uma-catastrofe-ou-um-acidente-em-hdd\/","title":{"rendered":"COMO EVITAR UMA CAT\u00c1STROFE, ou um acidente em HDD&#8230;"},"content":{"rendered":"\n<p>Empresas poderiam evitar algumas cat\u00e1strofes se prestassem mais aten\u00e7\u00e3o aos eventos \u201cquase aconteceu\u201d, sempre voltando-se para a conclus\u00e3o de que \u201cpoderia ter sido pior\u201d. Dificilmente se tiram li\u00e7\u00f5es desses \u201cquase acontecimentos\u201d. Pequenas falhas que acontecem di\u00e1ria e repetidamente, e das quais n\u00e3o preocupamos em tirar quaisquer li\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Eles passam tamb\u00e9m uma imagem de que o sistema \u201c\u00e9 resiliente\u201d, aguenta tudo, vale para nossa sa\u00fade pessoal, quantos de n\u00f3s abandonam o tratamento antes de termina-lo, ou pior, quantos de n\u00f3s se quer iniciam um tratamento m\u00e9dico, sob a escusa de que \u201caqueles pequenos sinais\u201d n\u00e3o querem dizer nada?<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, ocorrem grandes erros nas obras de maneira geral, e mais particularmente, nas obras de constru\u00e7\u00e3o de redes subterr\u00e2neas por M\u00e9todos n\u00e3o Destrutivos. In\u00fameras vari\u00e1veis, da maior import\u00e2ncia s\u00e3o tratadas de maneira superficial, para n\u00e3o dizer leviana, e sempre sob o pretexto do \u201caquela vez que parecia que ter\u00edamos um problema\u201d, nos sa\u00edmos bem, ou quase travou a coluna, embora por in\u00fameras vezes o man\u00f4metro da press\u00e3o do pull back tentava berrar para que se prestasse aten\u00e7\u00e3o, nas varia\u00e7\u00f5es que se apresentavam.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seu artigo, COMO EVITAR UMA CAT\u00c1STROFE, Catherine H. Tinsley, Robin L. Dillon e Peter M. Madsen, para a HARVARD BUSINESS REVIEW (2011), narra o desastre da perfura\u00e7\u00e3o da BP GULF, no Golfo do M\u00e9xico, cuja anatomia do desastre deu tantos sinais antes de finalmente explodir e levar consigo 11 preciosas vidas, como sempre s\u00e3o. Al\u00e9m disso um vazamento que levaria meses para ser contido. O po\u00e7o era apelidado de \u201cthe well of hell\u201d, ou o po\u00e7o do inferno, tantos eram os sinais, mas a cementa\u00e7\u00e3o de milhares de po\u00e7os, sempre teve esses pequenos sinais, sem grandes explos\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma explos\u00e3o em Jundia\u00ed, levou a vida de um idoso, por ter ocorrido ao ser atingida uma rede de g\u00e1s enterrada, sem que se procedesse (apura\u00e7\u00e3o em andamento), nem \u00e0s exig\u00eancias m\u00ednimas de um licenciamento controlado por parte do gestor do subsolo, ou seja, quem autoriza instalar uma rede concessionada no subsolo? A Prefeitura local claro. Sem autoriza\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m sem projeto, sem plano de furo, sem levantamento das redes existentes, ou seja, um projeto nota 100, sem nada. Todos os envolvidos, j\u00e1 tomaram as mesmas decis\u00f5es in\u00fameras vezes, e a\u00ed nas vezes anteriores \u201cquase aconteceu\u201d, e poder\u00edamos elencar uma lista infind\u00e1vel de \u201cquases\u201d que a nosso ver, estavam ali o tempo todo gritando, como num grito sufocado de um pesadelo, que por isso mesmo, n\u00e3o \u00e9 levado em conta, e do qual a gente acorda e d\u00e1 gra\u00e7as que \u201cera um pesadelo\u201d, ou \u201cquase verdade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile is-image-fill\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\" style=\"background-image:url(https:\/\/sapservice.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Imagem22.jpg);background-position:69% 65%\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"453\" height=\"605\" src=\"https:\/\/sapservice.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Imagem22.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-117 size-full\" srcset=\"https:\/\/sapservice.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Imagem22.jpg 453w, https:\/\/sapservice.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/Imagem22-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p>J\u00e1 revelado aqui, a instala\u00e7\u00e3o de uma adutora na Marginal do Tiet\u00ea sob a ponte da Rodovia Anhanguera, provocou in\u00fameros levantamentos de pista, do New Jersey, divisor de concreto das pistas, retalhamento da tubula\u00e7\u00e3o que j\u00e1 estava soldada para ser puxada pelo HDD, troca de flu\u00eddos, troca de empreiteiras, ou seja, sinais \u00e9 que n\u00e3o faltaram, imagino todos os respons\u00e1veis a\u00ed, atravessando um campo minado.<\/p>\n\n\n\n<p>A engenharia brasileira, de infraestruturas, para ficarmos somente na \u00e1rea de nosso interesse, vive se livrando de in\u00fameras lamban\u00e7as, e outras trag\u00e9dias, na base do \u201cquase aconteceu\u201d, e segundo o artigo da Harvard, n\u00f3s somos os grandes culpados por n\u00e3o valorizarmos esses pequenos sinais, frequentes, cont\u00ednuos, aos quais pela sua pequena dimens\u00e3o, relegamos ao esquecimento e os deletamos sumariamente do nosso j\u00e1 \u201cpobre planejamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As barragens \u201cagora conhecidas, \u00e0 montante\u201d, o container dormit\u00f3rio \u201conde o Ronaldinho Ga\u00facho\u201d dormiu, se juntam a in\u00fameros exemplos de pequenas falhas e \u201cquase ocorr\u00eancias\u201d que se levadas \u00e0 seria poderiam ter evitado grandes cat\u00e1strofes, salvo in\u00fameras vidas, e n\u00e3o menos importante, salvo milh\u00f5es de reais, ou d\u00f3lares, seja l\u00e1 qual for a moeda envolvida.<\/p>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Empresas poderiam evitar algumas cat\u00e1strofes se prestassem mais aten\u00e7\u00e3o aos eventos \u201cquase aconteceu\u201d, sempre voltando-se para a conclus\u00e3o de que \u201cpoderia ter sido pior\u201d. 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