IoT
IoT, ou a Internet das Coisas (Internet of Things), trata de uma novíssima tecnologia que procura integrar objetos físicos com componentes associados a plataformas e softwares, comunicando-se por meio da internet. Dentre os campos que mais têm se valido dessa tecnologia, destacamos a MANUTENÇÃO, em seu conceito mais amplo possível, pois pela primeira vez, vejo […]
IoT, ou a Internet das Coisas (Internet of Things), trata de uma novíssima tecnologia que procura integrar objetos físicos com componentes associados a plataformas e softwares, comunicando-se por meio da internet.
Dentre os campos que mais têm se valido dessa tecnologia, destacamos a MANUTENÇÃO, em seu conceito mais amplo possível, pois pela primeira vez, vejo com entusiasmo, a PREVENTIVA como absolutamente possível, e destaque-se para este boletim, a MANUTENÇÃO PREVENTIVA DE SISTEMAS DE ESGOTAMENTOS SANITÁRIOS, tão relegado a um segundo plano, de forma geral, no mundo.
De que forma então, podemos já utilizar tecnologias disponíveis? Vamos novamente destacar dois usos, dos quais vimos lutando pela implantação junto às Concessionárias de Saneamento Básico e Ambiental:
- Inspeção de Coletores, Interceptores, Emissários de Esgotos, reapresentada neste boletim.
- As Built Giroscópio da instalação por HDD, para assegurar o posicionamento exato da rede enterrada (este será reeditado no próximo boletim).
Em ambos os segmentos, os resultados de uma apuração menos qualificada (se existente), traz inúmeros problemas inesperados, prejuízos, paradas, quebras, colapsos, cruzamentos e acidentes com redes no “emaranhado” que constitui o subsolo das cidades em todo o mundo.
Um número antes do destaque às tecnologias que apresentamos: O mundo terá como mercado global de IoT a cifra de US$ 875 bilhões até 2025. Você não deveria ignorar esse volume. No setor de manutenção estão previstos US$ 12,9 bilhões de dólares[1], com um movimento irreversível no modelo de gestão da manutenção.
A competição entre os players do mercado, também indica que estarão à frente das grandes concessões, aquelas concessionárias que trabalham fortemente no aumento da produtividade, diminuição dos custos e das perdas. Você só perceberá por que seu concorrente ofertou um valor tão maior que o seu por uma concessão de 30 (trinta) anos, muito depois de entender a GESTÃO DE MANUTENÇÃO aplicada. Na manutenção, que digam os GESTORES FINANCEIROS, é onde o gasto imprevisto arrasa com qualquer orçamento.
Muito bem, vamos ao métodos e tecnologias destacando que, a IoT se vale de:
- Conectividade em Nuvem: Nestes dias recebi vídeos feitos de inspeção de uma rede de esgotos, de uma concessionária, cinco trechos, provavelmente com no máximo 500 m de extensão, que geraram 38 minutos de filmagens, e acreditem: 2 (dois) GIGABYTES de informações.
- Agora você já pode quantificar o seu desafio, pois você tem sob sua gestão dezenas ou centenas de quilômetros, e eu cansei, nas duas vezes que revi os 38 minutos de imagens, e nos dá uma ideia de quantos milhares de TERABYTES precisaremos para armazenar nossos vídeos.
- Processamento de Dados: Além do tempo na frente do monitor, há que se considerar a interpretação das imagens, ou no caso, dos defeitos que elas nos mostraram. NASSC0 [2] nas Américas é quem nos inspira nos trabalhos de renovação.
- Interface com o Usuário: Muito bem, você já entendeu que é absolutamente indispensável o uso da NUVEM e do PROCESSAMENTO DE DADOS, mas se todo esse arsenal de informações não tiver uma interface contigo, fácil e rápida de avaliar, toda essa informação ficará, como eu vi no passado, quando se gravava em fita VHS, milhares delas jogados em armários (ou melhor classificando, sepultadas) sem que nunca tivessem promovido as ações que se esperava.
[1] Fonte DATA MARKET FORECAST
[2] NASSCO, é a National Association of Sewer Service Companies, ou Associação Norte Americana das Empresas de Serviços em Esgotos.

Agora que você entendeu a quantidade de dados com quem lida, entenda o que a SEWER AI colocou a sua disposição no Brasil. Você segue os procedimentos de inspeção que recomendamos, ou seja:
- Uma inspeção com câmera de mastro, ou periscópica, para entender como está o seu Coletor ou Interceptor, isso feito da superfície, pelo PV, e muito rapidamente, eu consegui a média de 20 minutos por PV, desde a sinalização, abertura do PV, instalação da câmera, registro do vídeo, retirada da câmera, fechamento do PV e mobilização para o próximo PV, resultando numa firme produtividade de 2 (dois) km por dia por equipe, ou ainda em 200 (duzentos) dias, 400 (quatrocentos) quilômetros.

- Dessa inspeção, nasce um programa que envolve eventualmente a LIMPEZA e a FILMAGEM COM CAMERAS ROBO. Nestas, com sinalização, abertura do PV, instalação da câmera na rede, gravação de PV A PV, resultou em 1 (uma) hora, ou seja, outra vez, dos 400 km que você inspecionou uma parte (provavelmente 20% ou 80 km, vão requerer este tipo de inspeção. Uma equipe consegue filmar entre 300 m e 500 m de extensão por turno. Em 200 dias, de 60 km a 80 km.
Todos esses registros, são carregados diretamente do campo, na PLATAFORMA DA SEWER AI, que gera em tempo real os relatórios que contêm uma ou mais das 226 (duzentos e vinte e seis) patologias listadas pela NASSCO.
Agora sim, você já está em condições de estabelecer um programa de manutenção, elegendo os quilômetros muito críticos e críticos, adequando a sua disponibilidade orçamentária.
Para finalizar esta introdução podemos admitir que agora você está em condições de estabelecer métricas de manutenção, como:
- Quantificação e Qualificação de Eventos
- Intervalo de ocorrências entre eventos dentro da mesma bacia
- Vai poder montar programas computadorizados, com imagens, automatizados e tudo o mais que TI disponibiliza.
- Vai poder estabelecer a confiabilidade na avaliação dos seus SES
- Vai ter mais tempo e precisão no aperfeiçoamento das técnicas, prazos e custos